25/04/2012
Plataforma de intervenção une associações do sector energético
Nove associações empresariais portuguesas uniram-se para criar a plataforma comum de trabalho “Mais Eficiência Energética para Portugal”, na qual serão coordenadas estratégias de actuação e intervenção pública nos sectores da eficiência energética e produção descentralizada de fontes renováveis. Da biomassa ao fotovoltaico, passando pelos pellets e janelas eficientes, são vários os interesses mobilizados na nova plataforma.
Depois da constituição formal, a 13 de Abril, a plataforma está «a tomar as diligências necessárias para solicitar uma audiência à Secretaria de Estado da Energia», segundo um comunicado da entidade. Até porque as associações está, actualmente, em processo de análise do Plano Nacional de Acção para Eficiência Energética (PNAEE) e do Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis (PNAER), actualmente em consulta pública.
«A plataforma “Mais Eficiência Energética para Portugal” considera que estes são domínios [eficiência energética e produção local de energia através de fontes renováveis] que, se bem instruídos, trazem benefícios inigualáveis para a sociedade e economia portuguesa, proporcionando trajectórias de desenvolvimento e competitividade inclusivos de alto valor, enquanto que contribuindo para os objectivos basilares de independência energética, segurança de abastecimento e competitividade do sector energético», afirma ainda a entidade.
A plataforma conta com a participação da APISOLAR – Associação Portuguesa da Indústria Solar, ANFAJE – Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes, APESF – Associação Portuguesa das Empresas do Sector Fotovoltaico, AGEFE - Associação Empresarial dos Sectores Eléctrico, Electrodoméstico, Fotográfico e Electrónico, APIRAC – Associação Portuguesa de Refrigeração e Ar Condicionado, AFIQ – Associação de Fabricantes e Importadores de Equipamentos de Queima, ANPEB – Associação Nacional de Pellets Energéticas de Biomassa, APESEnergia – Associação Portuguesa de Empresas de Serviço em Energia e a CEBIO – Associação para a Promoção da Bioenergia.
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